Delhi
Chegada ao coração da Índia. Recepção no aeroporto, descanso e o primeiro contato com o país.
Jornada de autoconhecimento · 14 dias · março de 2027
Catorze dias fora da rotina, em um grupo pequeno, facilitados por quem já percorreu esse caminho muitas vezes e conhece a estrutura local em que confia. Não é turismo. É tempo real em lugares que sustentam prática e espiritualidade há séculos.
Falar sobre a viagem
As pessoas que sentem esse chamado raramente estão atrás de um roteiro turístico. Já viram templos, já tiraram fotos em lugares bonitos. O que buscam é outra coisa: um tempo em que a vida para de pedir respostas imediatas, e algo mais antigo tem espaço para falar.
É a chance de praticar aquilo que até hoje só existiu em teoria — sentar para meditar num lugar onde gerações fizeram exatamente isso antes de você, ouvir um mantra cantado por quem o canta desde criança, ficar em silêncio sem pressa de preencher o silêncio.
Quem volta, volta diferente. Não porque a Índia tenha algo mágico, mas porque afastar-se da própria rotina, por tempo suficiente, sempre revela alguma coisa que a rotina escondia.
A jornada atravessa a Índia de ponta a ponta. Começa no norte, onde o Ganges desce da montanha, e desce até o sul, onde o silêncio de uma montanha sagrada e a experiência coletiva de Auroville encerram o percurso.
Cada parada foi escolhida por um motivo, e o tempo em cada uma foi calculado para que você chegue, se assente e viva o lugar, em vez de apenas passar por ele.
Você não atravessa esses lugares como turista. Atravessa como alguém que foi apresentado a eles por quem já os conhece, já errou os próprios caminhos ali, e voltou para levar outras pessoas com mais segurança do que teve da primeira vez.
Chegada ao coração da Índia. Recepção no aeroporto, descanso e o primeiro contato com o país.
Retiro às margens do Ganges. Prática de Yoga, meditação e rituais, banho no rio e visitas a templos.
Aos pés do Aruṇācala. Vivência no Sri Ramana Ashram, caminhadas contemplativas na montanha sagrada, estudo e silêncio.
Vivência na comunidade internacional dedicada à consciência integral. Estudos, práticas e tempo de troca.
Encerramento da jornada na capital, com tempo livre para descanso, integração ou as últimas compras.
Dias suficientes em cada lugar para que a experiência se assente. O roteiro completo, com datas exatas e todos os detalhes, enviamos pelo WhatsApp.
Recepção no aeroporto, descanso e deslocamento terrestre até Rishikesh.
Tempo de prática e descanso no āśram. Yoga, meditação e rituais, banho no Ganges, visitas a templos e tempo de integração.
Deslocamento aéreo até o sul e viagem terrestre até Tiruvannamalai.
Dias livres aos pés da montanha sagrada Aruṇācala. Vivência no Sri Ramana Ashram, caminhadas contemplativas, meditação, estudo e silêncio.
Viagem terrestre até a comunidade. Estudos, práticas, vivências e integração com a comunidade internacional. Tempo de interiorização e troca.
Voo de volta à capital, tempo livre, despedida do grupo e retorno para casa. Ou início da extensão opcional para Agra.
Você estudou Yoga e meditação em livros e aulas. Na Índia, a prática deixa de ser conceito e vira experiência direta, no corpo, no tempo, no lugar onde ela nasceu.
Longe da rotina, sem as mesmas distrações e decisões do dia a dia, muita coisa que parecia urgente perde o tamanho. E o que realmente importa aparece com mais clareza.
Um grupo pequeno, de pessoas que foram pelo mesmo motivo que você. Amizades que começam numa viagem assim costumam durar muito além dela.
As datas de março de 2027 podem ser as suas?
Conte para a gente o que te trouxe até aqui. Respondemos pessoalmente, sem formulário automático.
Falar com Lari e ShivamPara quem quiser prolongar a jornada, oferecemos alguns dias adicionais entre Delhi e Agra, ao final do roteiro principal.
Ver o amanhecer diante de uma das sete maravilhas do mundo. É o tipo de imagem que não cabe em fotografia nenhuma, por mais que todo mundo tente.
Visita à tumba de Itmad-ud-Daulah, com guia especializado. Menor, mais silencioso, e considerado por muitos o ensaio que tornou o Taj Mahal possível.
Visita ao projeto liderado por mulheres sobreviventes de ataques com ácido. Uma parada que costuma marcar tanto quanto os monumentos.
Lokāḥ samastāḥ sukhino bhavantu.
Que todos os seres, em todos os lugares, sejam felizes e livres. É esse o espírito com que conduzimos essa jornada: não como um produto turístico, mas como uma oferenda, para quem sente o chamado de ir mais fundo.
As vagas são limitadas, porque o grupo é pequeno de propósito. Se você sente esse chamado, fale com a gente e veja se março de 2027 é o seu momento.
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